Mesa-Redonda “Memórias do Jornalismo (anti)colonial”

23.05.2017, 16.30-18.30, Auditório B2.03,​ 2º piso, Edifício II do ISCTE-IUL

Adolfo Maria, Carlos Veiga Pereira, Diana Andringa, Donato Ndongo, Fernando Dacosta, Rogério Beltrão Coelho, Joaquim Furtado, Joaquim Vieira, José Luís Hopffer Almada 

Moderação: Sílvia Torres, CIC.Digital, FCSH, UNL

A mesa-redonda visa contribuir para o registo de uma memória oral dos jornalistas envolvidos em projectos de imprensa (anti)colonial e inscreve-se na visão teórica e objectivos do congresso, entre eles, estimular um amplo debate que inclua atores/sujeitos dessa imprensa, alargando por essa via o diálogo entre ciência e sociedade civil sobre a questão da memória do passado colonial português. Os participantes foram convidados a reflectir sobre algumas interrogações que consideramos relevantes, em torno da ideia “o que era fazer jornalismo” num contexto em que colonialismo e ditadura se sobrepunham e, no caso do ocaso do Império colonial português, num contexto da guerra colonial. Até que ponto o jornalismo praticado no contexto colonial permitiu o debate intelectual em torno de questões políticas e culturais? Quais as hipóteses de rasgar os bloqueios informativos em termos nacionais e internacionais? Em que medida os mecanismos antidemocráticos tiveram impacto no Portugal pós-colonial e nos países descolonizados? De que forma o jornalismo do período colonial influenciou o jornalismo praticado em contexto pós-colonial? Serão algumas das questões a debater.

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