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Biblioteca Nacional de Portugal 

Memórias de África e do Oriente DETI/UA e CESA/ISEG (UA)

O projecto Memória de África, iniciado em 1997, resulta de duas condicionantes principais: Por um lado tinha-se a percepção que os investigadores da realidade africana em todo o mundo sentiam a necessidade de saber que publicações existiam sobre a África de língua oficial portuguesa e sobretudo a localização exacta de onde se encontravam tais acervos documentais; Por outro lado a Fundação Portugal África procurava apoiar e desenvolver projectos que prosseguissem os objectivos consagrados nos seus estatutos, designadamente afirmar-se como Fundação para esta área geográfica.

Da conjugação destas duas necessidades nasceu a ideia da construção de uma base de dados bibliográfica sobre os PALOP que envolvesse a componente localização geográfica, bem como descritores que permitissem uma melhor orientação da pesquisa. Para a concretização deste objectivo foi, por iniciativa da Fundação Portugal-África, criado um consórcio constituído pelas: Universidade de Aveiro (UA), através do Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática (DETI), Instituto de Investigação Científica e Tropical (IICT), através do seu Centro de Documentação e Informação (CDI), Centro de Estudos Africanos (CEA) do Instituto de Ciências do Trabalho e Empresa (ISCTE) e Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento do Instituto Superior de Economia e Gestão (CESA/ISEG).

Em finais de 2008, com o alargamento do âmbito geográfico do Projecto a outros destinos fora de África, numa fase inicial com Goa (Índia) e Macau, o nome do Projecto muda para Memórias de África e do Oriente. O financiamento actual é assegurado pela Fundação Portugal África, no caso de Goa, pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD) e para São Tomé e Príncipe pela Caixa Geral de Depósitos.

O Projecto Memórias de África e do Oriente é desenvolvido actualmente pelo DETI/UA e pelo CESA/ISEG. Possui neste momento um catálogo virtual com 440.000 registos (sendo outros acrescentados todos os meses) e uma biblioteca digital, com 388.000 páginas digitalizadas, bem como um Arquivo Fotográfico Digital, para já com o acervo da Fundação Oriente e do Instituto de Higiene e Medicina Tropical.

Arquivo & Biblioteca da Fundação Mário Soares 

A Fundação Mário Soares iniciou a atividade em 1996, tendo como um dos seus objetivos estatutários “constituir e organizar o arquivo pessoal do Dr. Mário Soares” e todos os outros que aí fossem incorporados – desenvolvendo para o efeito um projeto pioneiro de digitalização e, desde logo, marcando presença na internet.

A entrada em funcionamento, em finais de 2000, de um novo edifício, especialmente vocacionado para instalação do Arquivo & Biblioteca, permitiu alargar a sua capacidade de intervenção, ao mesmo tempo que eram desenvolvidas ações de cooperação e de salvaguarda de documentação histórica em parceria com instituições de diferentes países de língua oficial portuguesa.

Em 2011, o Arquivo & Biblioteca da Fundação Mário Soares desenvolveu o portal casacomum.org, que disponibiliza o acesso livre a mais de 1,5 milhões de objetos digitais em língua portuguesa e a mais de 2,2 milhões oriundos de diferentes arquivos europeus.

Este percurso tem permitido tratar e divulgar coleções de documentos, periódicos, fotografias, vídeos, registos sonoros, objetos e materiais de contextualização de diversificadas proveniências, constituindo uma plataforma aberta a iniciativas plurais, em que avulta a recolha e tratamento da imprensa.

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